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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

“Voluntariado, a possibilidade da esperança”

Livro escrito por Telma Sobolh e Simon Widman

Voluntariado, a possibilidade da esperança

O livro relata o cenário do voluntariado no Brasil e se propõe a ser fonte de informação e pesquisa sobre o assunto. Quem assina o prefácio é o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, por conta das referências aos trabalhos realizados por Ruth Cardoso.

Além de levantar um panorama do setor, a obra conta os principais trabalhos do Voluntários Einstein, como o realizado na favela de Paraisópolis, que hoje apresenta índices de mortalidade infantil menor que a média brasileira, equiparando-se a países de 1o Mundo. Nomes como Millu Villela, Jô Clemente, Valdir Cimino entre muitos outros fazem parte do conteúdo por meio de referências, depoimentos e imagens.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

“Uma Nova Consciência nos Negócios. Empresas em Benefício do Mundo”

Livro escrito por Ideli L. Domingues

Uma Nova Consciência nos Negócios.
Empresas em Benefício do Mundo


“Nas páginas desta obra estão os relatos de Executivos, Empreendedores e Pensadores sobre suas estratégias em direção aos seus sonhos.

Se a cada um de nós fosse dado o dom de realizar sonhos e a invencibilidade para enfrentar vilões (internos e externos), como seria o mundo? Essa foi a pergunta feita pelo austríaco Peter Drucker, o pai da administração moderna, ao americano David Cooperrider, da Case Western Reserve University, co-criador da Investigação Apreciativa, essa metodologia que evoca em cada pessoa sua força, sua coragem de realização. Estariam as organizações preparadas para viverem o melhor?

A metodologia apreciativa, usada parcialmente neste trabalho, é baseada na crença de que os sistemas humanos são construídos e imaginados por aqueles que neles atuam e a realidade futura, além de permeável, é aberta às influências provocadas pelo pensamento. Dessa maneira, podemos fazer escolhas sobre a evolução consciente do futuro, visto que criamos nossas realidades por meio de processos simbólicos e mentais. Os especialistas em comportamento organizacional da Case Western Reserve defendem que a imaginação positiva de futuro, em base coletiva, pode ser uma atividade significativa para indivíduos e organizações ajudarem a realizar um futuro positivo. O método propicia a criação de um elo de identificação com o que há de comum e mais precioso entre as pessoas envolvidas”.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

ONU - Valoriza e Valora em US$ 400 Bilhões para mobilização anual do trabalho voluntário.

Valor do voluntário

O Relatório da ONU aponta que o trabalho feito por todos os voluntários equivaleria a aproximadamente 0,7% do PIB nos países em desenvolvimento e 2,7% nos desenvolvidos, segundo uma pesquisa da Universidade John Hopkins feita com 36 países. Outro estudo da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), mostra que a taxa de pobreza na região seria 10% mais alta hoje se não fossem os voluntários.

Em Bangladesh, uma pesquisa revelou que 16,6 mil pessoas com mais de 15 anos se voluntariaram no ano passado, o que corresponde a uma contribuição de US$ 1,66 bilhão para a economia do país. E, na Austrália, o governo concluiu que, em 2007, 34% da população adulta se voluntariou - ou seja, 5,2 milhões de pessoas que 'doaram' 713 milhões de horas de trabalho. Em dólares australianos, isso foi equivalente a 14,6 bilhões em trabalho remunerado.

Fonte: http://glo.bo/uC35es

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A propaganda e o terceiro setor


Foto: Mundo nas Mãos - autor Valdir Cimino
O desenvolvimento do Terceiro Setor, e em especial no Brasil, só pode ser entendido através da análise dos últimos 50 anos. Nesses tempos assistimos a mudanças sem precedentes em vários aspectos da sociedade.  Em resumo, podemos citar a urbanização desenfreada e que pode ser considerado um dos pontos do desequilíbrio. A população rural migrou para as cidades transformando-as em um caos, ficando impossível atender a demandas como a Educação e a Saúde. As estruturas das cidades não estavam preparadas, o que acarretou falta de saneamento básico e de empregos, apenas para citar alguns exemplos.  Claro, a incapacidade do Estado em gerenciar este crescimento, principalmente na administração dos recursos, foi percebida por todos, e sentimos até hoje apenas andando pelas ruas das grandes cidades. O Estado resumiu-se a exercer apenas suas funções básicas, como criar e aplicar as leis e manter a segurança nacional, mesmo que ainda nesses quesitos tenha uma performance duvidosa.

Não temos dúvidas dos problemas que a sociedade brasileira enfrenta, mas ainda é pouco. Precisamos somar a tudo isto, influências externas vindas da globalização. Neste sentido, o modelo de transferência de mão-de-obra de um setor a outro ficou obsoleto, pois, a revolução tecnológica através do computador, penetrou em todas as camadas da sociedade. Então, quem não era excluído foi empurrado para fora do centro globalizado e tecnológico, transformando-se na camada que vive à margem e, portanto, não tem recursos para garantir a satisfação de suas demandas. Vivemos em um abismo criado pela implosão dos relacionamentos entre o 1º Setor e o indivíduo, e onde este indivíduo vive à mercê do medo que o 2º Setor gera pela competição e necessidade de resultados rápidos.  Está explicado, portanto, porque as atividades sociais cresceram tão rapidamente, a ponto de criar massa crítica e dar espaço para o surgimento de um terceiro setor.

Aí nos perguntamos: e a comunicação das marcas, a propaganda, como se envolve nesta realidade? Partindo do pressuposto que a propaganda reflete essa dissintonia, podemos então dizer que ela influencia de forma negativa o desenvolvimento do indivíduo e da sociedade? Para responder essas perguntas, devemos entender como o 2º Setor, isto é, os donos das marcas devem construir sua comunicação.

Toda empresa possui um vasto cardápio de relacionamentos. Esta rede vai desde o próprio 1º Setor, passando pelos bancos, fornecedores, macroambiente entre outros, até seu público interno (funcionários), comunidade e finalmente seu consumidor. O importante é entender que exercer sua responsabilidade social no cumprimento das leis trabalhistas e suas variantes não é o suficiente, é importante perceber que o fator humano influencia a qualidade do produto final; portanto, cuidar de seu público interno é fundamental. Outro ponto, e que nos atinge em nossos questionamentos, é o relacionamento da empresa com a comunidade e com os seus consumidores. Colocar um produto que atenda a todas as exigências de qualidade e tudo o que envolve esta venda também não é o suficiente, o importante é perceber que a comunicação do produto e que impacta a audiência, influencia a condução de valores e cria padrões de consumo, e é aí que a influência se torna positiva ou negativa.

A sociedade do futuro exige uma transformação dos relacionamentos, pois requer um equilíbrio entre a demanda e a oferta dos serviços sociais. Isto significa a integração dos 3 setores - 1º Setor, o Governo; 2º Setor, o Privado e 3º Setor o Social. Desta forma, encontramos na Ética a chave para harmonizar esses relacionamentos.

Do que nos cabe, à parte da comunicação, o que precisamos fazer é rever radicalmente todos os nossos conteúdos e influenciar a criação de uma nova ordem mundial, onde o indivíduo tenha dignidade e, assim, possa viver em grupo. A consciência é mudar nossa forma de olhar e saber que participamos da evolução de todos os relacionamentos, pois estamos vivendo num processo de co-criação do futuro.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Viva e Deixe Viver no Jornal Nacional

Tony Silva, voluntário da Associação Viva e Deixe Viver, participou da reportagem do Jornal Nacional sobre o trabalho voluntário que está cada vez mais incentivado pelas empresas privadas e públicas. Tony, que atua na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo/SP, afirma que esquece o trabalho e vira um contador de histórias, levando boas lembranças para casa. A reportagem foi transmitida pela TV Globo no dia 21 de dezembro de 2011. Assista e leia a íntegra clicando no link aqui!

Voluntário do Viva e Deixe Viver, Tony Silva concede entrevista para o Jornal Nacional